quinta-feira, 4 de abril de 2013

A JUVENTUDE DA SERRA DO MEL RN , NOSSOS PARABÉNS.

Estudantes secundarista da Serra do Mel, sem nenhum incentivo por parte do poder público Municipal, mas com garra e com apoio de suas famílias consegue êxito, Parabéns a todos vocês e sucesso como estudantes universitários. 




01 - Regina Kelly - Pedagogia.
02 - Pedro Henrique - Matemática.
03 - Thiago Freitas - Ed. Física.
04 - Eronildes Filho - Geografia.
05 - Larissa Kália - Letras.
06 - Talles Rodrigo - Letras/Inglês.
07 - Leandro Silva - Ciências da Computação.
08 - Adjaine Mello - História.
09 - Jayane Pereira de Melo - Gestão ambiental.
10 - Edinalva Carlos - Pedagogia.
11 - Dariana Almeida - Serviço Social.
12 - Gabriela Dantas - História.
13 - Rayane Vasconcelos - Ciências Econômica  

Vê Relação dos Aprovados na UFERSA:
01 - Antonio Anderson - Ciências e Tecnologias.
02 - Adjayne Melo - Ciências Contábeis.
03 - Jayanne Melo - Administração. 

Cursos Técnicos:
01 - Odair Júnior - Agroecologia no IFRN.
02 - Daliany Bezerra - Segurança no Trabalho no SENAI.
obs. inf.obtidas junto as univ. e ao IFRN.

O PT e Partidos coligados fizeram ontem dia 03/04/2013 com aproximadamente 5000 pessoas, o encerramento da eleição suplementar da Serra do Mel RN




terça-feira, 2 de abril de 2013

Porque eles são chamados de bacurau ?



Bacurau

Detalhar som


Classificação Científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Caprimulgiformes
Família: Caprimulgidae
 Vigors, 1825
Espécie: H. albicollis
Nome Científico
Hydropsalis albicollis
(Gmelin, 1789)
Nome em Inglês
Pauraque


Eles agem na escalada da noite , mas tem vôo curto, isto é,  não vão muito longe, não gostão da luz, prefere a escuridão para agir.

Bacurau

O bacurau é uma ave caprimulgiforme da família caprimulgidae. Conhecido também como curiango, curiango-comum, ju-jau, amanhã-eu-vou (em Minas Gerais), ibijau, mede-léguas, acurana e a-ku-kú (nomes indígenas - Mato Grosso).

Características

Mede cerca de 30 centímetros de comprimento. O macho apresenta uma larga faixa nas asas (observada em voo) e os lados da cauda brancos e a fêmea possui uma estreita faixa amarelada nas asas e somente a ponta da cauda branca.

bacurau macho

bacurau fêmea

Alimentação

Sai para se alimentar à noite. Captura insetos em voo.

bacurau se alimentando

Reprodução

Os ninhos são colocados diretamente no solo. Põe 2 ovos amarelo-avermelhados manchados de marrom. Os filhotes possuem uma camuflagem quase perfeita, pois possuem uma coloração muito semelhante à da folhagem seca do chão da mata e quando os pais abandonam o ninho, eles permanecem imóveis, sendo muito difícil visualizá-los. Tanto o macho como a fêmea cuidam dos filhotes.

Casal de bacurau

Ninho de bacurau

Ovo de bacurau

Hábitos

Comum em bordas de florestas, capoeiras abertas, campos com árvores isoladas, cerrados, capões de mata podendo também ser encontrado em matas secundárias e em processo de reflorestamento. Vive no chão. Só é visto durante o dia somente se espantado. Nestas ocasiões, voa curtas distâncias e logo volta a sumir em meio à vegetação rasteira, procurando se camuflar em meio as folhagens no substrato.

Distribuição Geográfica

Todo o Brasil, onde há florestas ou capoeiras, e também dos Estados Unidos e México até a Bolívia, Paraguai e Argentina.

  Ocorrências registradas no WikiAves

Referências

Galeria de Fotos


Sem atitude concreta do Governo, rebanho do RN é dezimado, salve-se quem puder.



Seca que atinge o Nordeste eleva custo do alimento do gado

Sem pasto, produção leiteira sofre queda significativa.
Em Pernambuco, o preço da cana-de-açúcar disparou.

Do Globo Rural
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Nas estradas da bacia leiteira, no agreste de Pernambuco, caminhões passam lotados de cana-de-açúcar. Sem pasto e sem nada para colher nas plantações, o alimento para o rebanho vem de longe, a mais de 200 quilômetros de distância.
As vacas devoram a cana com palha e tudo. Matar a fome do pequeno rebanho está cada vez mais difícil.
Neste período de extrema escassez por causa da seca, a cana movimenta um comércio lucrativo, na entrada do município de Venturosa. Desespero para os pequenos pecuaristas, lucro para os atravessadores.
Quanto maior é a necessidade, mais caro é o preço do alimento para o gado. Um caminhão carregado de cana que há 3 meses custava R$ 800, R$ 900, hoje é vendido por até R$ 1.500.
O preço é ainda maior para o bagaço da cana, também usado em tempos difíceis como alimento para os animais. O carregamento custa R$ 2.200.
Venturosa é o município que mais produz queijo na bacia leiteira de Pernambuco. São 12 laticínios registrados e pelo menos 50 em pequenos sítios. A produção despencou e o problema começa na entrega da matéria-prima. O leite está cada vez mais escasso.
Uma fábrica de queijo que processava 18 mil litros de leite por dia, agora só está recebendo 7.500 litros. Para não demitir os funcionários, o empresário está buscando leite em outros estados.
Para não ficar sem leite, o dono de outro laticínio passou a comprar cana para os animais dos pequenos fornecedores. Cerca de 100 pequenos pecuaristas vão buscar a cana moída para dar para o gado.
De acordo com o Sindicato dos Produtores de Leite de Pernambuco, a produção em todo o estado caiu de 2,3 mil litros por dia para 900 mil.




Ezequiel quer distribuição forragens para que rebanho do RN não continue morrendo





Na sessão desta quarta-feira (27), o deputado Ezequiel Ferreira fez críticas à distribuição de forragens que o Governo do Estado realizou no final do ano passado e em alguns pontos, no início deste ano. “A medida não é eficaz, já que além de não contemplar todos os pequenos criadores do Estado, a quantidade de forragem entregue a cada criador, não dar para amenizar a fome do rebanho sequer por dois dias, segundo entidades que defendem o setor”, argumentou.
Ezequiel mostrou que as ações até agora realizadas não resolveram os problemas dos criadores. “Precisamos criar mecanismos e resolver o problema da perda do rebanho no Rio Grande do Norte, com medidas mais eficazes. O Governo precisa criar uma solução para esses criadores de até 10 cabeças de gado bovino ou de até 35 cabeças de ovinos e caprinos. O RN tem cerca de 100 mil produtores rurais, que quando a seca se configurou, possuíam um rebanho bovino de 950 mil cabeças. Dados preliminares fornecidos pela Federação da Agricultura do Rio Grande do Norte apontam para uma redução da ordem de 30%, pouco mais de 300 mil cabeças”, comentou.
O deputado defendeu uma urgência na aquisição de forragens, que sejam suficientes para que os criadores possam salvar seus rebanhos. “Os produtores estão endividados e não têm recursos para alimentar seus rebanhos. Espero uma ação mais eficaz por parte do Governo do Estado, no sentido de adquirir com urgência, a forragem para combater a perda do rebanho”, frisou.