quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O cultivo de mandioca , uma grande alternativa para alimentação humana e animal e se adapta muito bem na Serra do Mel RN.


 
MANDIOCA
O cultivo da mandioca é de grande relevância econômica como principal fonte de carboidratos para milhões de pessoas, essencialmente nos países em desenvolvimento. O Brasil possui aproximadamente dois milhões de hectares é um dos maiores produtores mundiais, com produção 23 milhões de toneladas de raízes frescas de mandioca. A região Nordeste tradicionalmente caracteriza-se pelo sistema de policultivo, ou seja, mistura de mandioca com outras espécies alimentares de ciclo curto, principalmente feijão, milho e amendoim.
Atualmente a demanda de amido de mandioca (fécula) tem crescido de forma substancial, principalmente pelo setor industrial a exemplo da utilização de fécula na mistura de farinha de trigo para fabricação de pães, objetivando reduzir as importações de trigo, gerando divisas para o país.
A mandioca, Manihot esculenta Crantz, é uma planta perene, arbustiva, pertencente a família das Euforbiáceas. A parte mais importante da planta é a raiz. Rica em fécula, utilizadas na alimentação humana e animal ou como matéria prima para diversas indústrias. Originária do continente americano, provavelmente do Brasil, a mandioca já era cultivada pelos índios, por ocasião da descoberta do país. Este trabalho reúne informações técnicas simplificadas, necessárias ao cultivo da mandioca, de resultados de pesquisas geradas pelos principais órgãos do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária.
CLIMA E SOLO
É cultivada em regiões de clima tropical e subtropical, com precipitação pluviométrica variável de 600 a 1.200 mm de chuvas bem distribuídas e uma temperatura média de em torno de 25ºC. Temperaturas inferiores a 15ºC prejudica o desenvolvimento vegetativo da planta. Pode ser cultivada em altitudes que variam de próximo ao nível do mar até mil metros. É bem tolerante à seca e possui ampla adaptação às mais variadas condições de clima e solo. Os solos mais recomendados são os profundos com textura média de boa drenagem. Deve-se evitar solos muito arenosos e os permanentemente alagados.
PLANTIO
Normalmente se recomenda o plantio de maio a outubro. Entretanto o plantio pode ser recomendado em qualquer época, desde que haja umidade suficiente para garantir a brotação das hastes.  
O espaçamento é definido como a distância entre as fileiras de plantas e entre plantas na fileira e variam de 1,0m x 0,60m, em fileiras simples, e 2.0m x 0.60m x 0,60m em fileiras duplas. A posição do tolete na cova é horizontal a uma profundidade de cinco a dez centímetros, cobrindo-o com uma leve camada de terra.
ADUBAÇÃO E CALAGEM
Há evidência que a mandioca tolera as condições de acidez do solo. Entretanto, os solos devem ser escolhidos, preparados, corrigidos e adubados adequadamente, conforme os resultados de análise química. As adubações orgânicas e fosfatadas respondem de forma bastante positiva no aumento da produtividade.
TRATOS CULTURAIS
São recomendadas em média cinco capinas do mato, sendo três no primeiro ano e duas no segundo ano.
PRAGAS E DOENÇAS
As principais pragas são: mandarovás, ácaros, percevejo de renda, mosca branca, mosca do broto, broca do caule, cupins e formigas. As doenças mais comuns são: Podridão de raiz, Bacteriose, superbrotamento, viroses. Ao ser constatada qualquer alteração no estado fitossanitário, consultar o órgão competente mais próximo.
COLHEITA E RENDIMENTO
A colheita deve ser iniciada de acordo com o ciclo da variedade utilizada no plantio e é feita manualmente, através do arranquio das raízes. As raízes colhidas deverão ser processadas pela indústria durante as primeiras vinte e quatro horas, para não comprometer a qualidade dos seus produtos.   A produtividade varia de acordo com as variedades utilizadas, espaçamento e os tratos culturais empregados na cultura. A produtividade média varia de 15 a 20 toneladas por hectare. O rendimento industrial varia de  25 a 30%, ou seja uma tonelada de raízes produz cerca de 300 quilos de farinha.
VARIEDADES
A cultura da mandioca apresenta uma grande variabilidade genética, possibilitando um grande número de variedades disponíveis para recomendação de plantio. As variedades são recomendadas de acordo com a finalidade de exploração. As principais cultivares recomendadas para a Bahia são: Cigana, Cidade Rica, Maragogipe, Manteiga, Saracura e Casca Roxa.
PRODUTOS
Os produtos das raízes para alimentação humana são a farinha, a fécula, o beiju, o carimã, dentre outros. A fécula é bastante utilizada nas indústrias de alimentos como em outras indústrias.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A safra de Caju e Castanha em 2013, por causa seca no semi-árido nordestino do Brasil é quase nada.

Perspectivas para a safra de castanha-de-caju 2013/2014


A temporada 2009/2010 foi uma das melhores dos últimos anos para a cajucultura potiguar. Nessa safra, o Rio Grande do Norte produziu mais de 50.000 toneladas de castanha-de-caju. Mesmo assim, os preços foram remuneradores para os produtores rurais e principalmente para os consumidores de amêndoas.
Na safra de 2012/2013, a produção potiguar foi inferior a 15.000 toneladas. Isso, por causa da seca que atingiu praticamente todos os cajueirais, exceto àqueles cultivados com a variedade precoce e sob o sistema de irrigação. Por conta da escassez da matéria-prima, muitas fábricas de beneficiamento foram fechadas e as grandes indústrias foram obrigadas a importar castanha dos países africanos.
A perspectiva de produção de castanha-de-caju para este ano/safra está longe de atingir o volume que foi produzido na safra de 2009 (50 mil toneladas). Entretanto, distante de ser igual à safra passada (15 mil toneladas).
As chuvas que caíram na Região Oeste, sobretudo nos municípios de Serra do Mel, Apodi, Severiano Melo e Portalegre foram suficientes para oferecer melhores produtividades. Da mesma forma enquadram-se os municípios da Serra de Santana, principalmente Bodó, Lagoa Nova e Cerro Corá - tradicionais importantes produtores de castanha-de-caju.
Para a Região Litoral Leste e parte do Agreste do RN, que vem contando com chuvas suficientes para o desenvolvimento das plantas, a estimativa aponta para uma recuperação da produção de castanha-de-caju na presente safra. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Prefeito da Serra do Mel diz: gasto com pessoal(folha de pagamento) 85% das receitas do municipio.

Em entrevista na Rádio difusora de Mossoró(programa de José Mendes)   ,  o prefeito da serra do mel diz que  gasta 1.200.000,00 reais dos 1.400.000,00 reais que entra mensalmente na Prefeitura  de Serra do Mel RN, isso representa  85%(o custo de pessoal) das receita do município. e a lei de responsabilidade fiscal  onde fica?. O prefeito culpa seus antecessores pelo o inchamento da folha de salários do município(o que não é verdade). 

O prefeito informa também que em relação ao abastecimento de água , tem ido frequentemente a CAERN, o Gerente informa que a empresa atravessa  dificuldade financeira e Fabio informa ainda, que  toda despesa com o abastecimento 
é feito pelo município . pergunto como isso? se ele mesmo afirmou que é a CAERN quem paga a energia do poço da Mato Grosso e que a citada empresa ia assumir  o abastecimento da cidade.A meu ver, isso tem que ser mais explicado.  

O prefeito da cidade em nenhum momento detalha as receitas do município e  as  despesas. nem cita quanto arrecada de ISS e nem o que faz com o recursos dos  royalties (hoje em  torno de 160.000,00Reais)


Esses são alguns pontos da entrevista  dada ao apresentador Carlos Nascmento  , hoje dia 06/11/13  na Difusora de Mossoró RN , caso a justiça eleitoral  desejar é só pedir uma cópia  a emissora.

Uma sugestão para o prefeito de Serra do Mel  , implante o ponto eletrônico na sua administração, já que você reclama que a folha de pagamento aumentou assustadoramente ou faça uma auditoria  funcional,para mostrar ao povo da cidade quem é verdadeiramente servidor municipal ou se existem fantasma ou mostrar quem ganha  altos salários e não trabalha(parasitas do povo da Serra do Mel).Agora é a hora de falar a verdade. Vamos deixar de enrolação.